Madalena comemora ‘passos finais’ para liberação de respirador da USP

 

CUSTO E AGILIDADE JUSTIFICARAM INTERFERÊNCIA DO DEPUTADO JUNTO À ANVISA. Após o ventilador pulmonar emergencial criado pela USP ter sido aprovado em testes com humanos, imediatamente o parlamentar do PL se dispôs ao reitor para auxiliar nas ações necessárias, e no dia 27 de abril documentou pedido de agilização para a liberação do equipamento junto à Anvisa.

O deputado estadual do Partido Liberal, Ricardo Madalena, reconhecido por sua pioneira e persistente luta pela realização de testes da fosfoetanolamina sintética, substância criada e formulada pelo saudoso amigo cientista, professor Gilberto Chierice, da Universidade de São Paulo (USP), para ser utilizada no combate ao câncer; e permanente ações para melhorar os serviços de Saúde Pública nos municípios, em tempos de pandemia da covid-19 não tem sido diferente, contribuindo para minimizar o impacto da pandemia da doença no estado de São Paulo.

Além de ter defendido e votado a favor do projeto que reduziu salários e verbas de gabinete dos deputados estaduais, que resultou economia de R$ 320 milhões repassados ao Governo do Estado para investimento no combate ao coronavírus, fez gestão e foi atendido pelo governador na proposta que resultou na distribuição de kits aos caminhoneiros, contendo álcool em gel, luvas e máscaras de proteção, junto com informativo sobre como se precaver da Covid-19, e também auxílio alimentar com a entrega de lanches, marmitex, água, sucos e frutas.

VENTILADOR DE BAIXO CUSTO E PRODUÇÃO RÁPIDA

Atento ao processo de criação do ventilador pulmonar emergencial por um grupo de engenheiros da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP), com objetivo de amparar a carência de respiradores durante a pandemia do novo coronavírus, Ricardo Madalena ao receber notícia de que o equipamento havia sido aprovado em testes com humanos, e que seu custo seria 15 vezes menor do que o aparelho importado, prontamente se colocou à disposição do Reitor da USP, Prof. Dr. Vahan Agopyan, (veja ofício abaixo), para auxiliá-lo em todas as ações necessárias para produção e oferta do respirador pulmonar emergencial.

Provocado pela necessidade urgente de liberação por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), logo, no dia 27 de abril, Madalena oficiou o órgão (veja ofício abaixo) solicitando agilidade na avaliação e liberação para fabricação e utilização do respirador, considerando a emergente situação de pandemia e as dificuldades para aquisição dos aparelhos comerciais, que custam em média (os mais baratos) 15 vezes mais do que o respirador criado pela USP, que terá custo aproximado R$ 1 mil, e o tempo de fabricação será de apenas duas horas.

A CAMINHO DA LIBERAÇÃO

O ventilador pulmonar desenvolvido pela USP, denominado como "Equipamento de Suporte Respiratório Emergencial e Transitório - Ambu Automatizado", pela Anvisa, após análise do processo no dia 16 de maio, e exigência técnica sanada pela Poli em 25 de maio, está dependendo somente do teste de imunidade eletromagnética para ser librado pelo órgão. Conforme informou a Anvisa, que já realizou inspeção e considerou satisfatório o local de fabricação, a Politécnica deve sanar em breve esta última exigência, para que a USP fique liberada para desenvolver novos testes em humanos.

Após liberação final para fabricação e uso, o equipamento deverá ser utilizado nos hospitais como alternativa emergencial e transitória, para estabilização de pacientes que não mantenham capacidade de respirar, e quando não houver ventilador pulmonar para os casos críticos.

"Devemos ressaltar o grande trabalho que a engenharia e a medicina estão promovendo neste momento. Os testes são rigorosos, já que trata-se de um instrumento de proteção à vida, mas os pedidos de socorro são muitos, e quanto antes liberá-lo, mais vidas serão salvas. Estamos torcendo que esses processos sejam finalizados o quanto antes, para que os hospitais tenham mais uma ferramenta nesse difícil e incessante combate diário para recuperar os infectados pela covid-19”, almeja com esperança, deputado Ricardo Madalena.



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